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Projeto: Torne-se um operador de DtP! 15
Entry posted on May 06 by .aLx.

Pessoal, estou pensando em montar um conteúdo de ensino para candidatos a operadores de DtP. Ainda não sei bem como seria isso, mas gostaria de começar do zero, escrevendo todo o material baseado em softwares atualizados.

Gostaria da participação dos membros do AUG para definirmos a grade de conteúdo.

O que acham?



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08/11/11 by .aLx.: Me desculpe pela demora. Ainda não comecei a desenvolver o conteúdo. Pe...
08/01/11 by Wesley Carvalho: Eae Alx! Como estamos com o conteúdo! Estou bastante ansioso!
05/13/11 by Wesley Carvalho: Está muito bom! Muito obrigado pela iniciativa! Que venham os posts!

Tecnologia Antiga, muito mais aprimorada! 5
Entry posted on Oct 28 by .aLx.

Quero abordar um assunto que — recorrentemente — falo entre amigos. Tenho dito, já há uns 5 anos, que os materiais gráficos de hoje em dia não são nem sombra do que eram no final da década de 90 e início dos anos 2000. Naquela época os bureaus de pré-impressão disputavam qual empresa tinha o melhor equipamento e a melhor equipe. Foi neste ambiente que entrei para a área de Produção Gráfica. Fui treinado pelo excelente Pedro Silva, da Clone Laser de Franca, que costumava dizer aos seus aprendizes:

— Vou explicar uma vez. Se tiver dúvida, pergunte. Depois que considerarmos "lição aprendida" não falaremos mais sobre isso!

E assim foi!

De qualquer forma, naquela época contávamos com um ambiente diferente do de hoje em dia. As câmeras digitais começavam a surgir e a resolução que ofereciam não era adequada ao uso gráfico. Chegávamos a questionar se um dia estas câmeras digitais seriam usadas para produção gráfica. Da mesma forma, imaginávamos se a internet viria a ser uma ferramenta de trabalho. E-mail era para receber algumas instruções e alguns arquivos muuuuuuito leves.

A fotografia digital e a internet contribuíram para a eliminação da área mais fascinante que já existiu em bureau de pré-impressão: o escaneamento de cromos.

Photo Slide

O equipamento que usávamos na época para os cromos transparentes era um Scanner Cilíndrico Screen DT-S 1045. Todo o procedimento de embeber o cromo em óleo — que a imensa maioria de operadores confessa ter usado óleo Johnson & Johnson para bebês — e aplicar sobre a bandeja transparente era uma arte.

Screen DT-S 1045

Uma aplicação perfeita de cromos com óleo possibilitaria um escaneamento sem anéis de Newton, e alguns destes anéis eram irretocáveis. Quem passou por isso sabe do que estou falando.

Newton Rings

(O Anel de Newton é a "bolha" acima da cabeça do gato. Estes círculos são moîres)

Os resultados dos escaneamentos eram imagens incríveis. A nitidez de uma imagem escaneada em Scanner Cilíndrico não se compara às imagens que vejo hoje em dia em revistas e folderes. A própria qualidade de criação e do acabamento parecem estar em queda.

Voltando a falar dos equipamentos, contávamos também com um Agfa DuoScan para originais opacos. Este scanner ainda é encontrado em vários bureaus de pré-impressão. O DuoScan tem bandejas de cromos e usávamos ele para escanear imagens com ampliações menores e para layoutagem, enquanto a imagem em alta era tratada.

Agfa DuoScan

Agfa DuoScan

O DuoScan tinha um grande concorrente, o Microtek ScanMaker tinha os mesmos recursos, embora com menos qualidade de escaneamento. Nosss concorrentes na época usavam este scanner e, por vezes, comparávamos imagens do nosso DuoScan com as dos ScanMaker. Era realmente uma disputa dura.

Microtek ScanMaker

No site da Microtek encontrei alguns modelos atualizados que poderiam substituir o ScanMaker. Mas não conheço os recursos e a qualidade destes modelos para compará-lo com o bom e velho DuoScan ou mesmo com o DT-S 1045.

Microtek Artix

Na época o sonho de qualquer operador de pré-impressão era trabalhar com o Heidelberg Topaz, ou ROBOCOP. Este é um scanner que ainda vou comprar, quando ganhar na mega-sena!

Heidelberg Topaz

A cada dia tenho a impressão de que as coisas eram feitas com muito mais capricho no passado do que vejo sendo feito hoje em dia. Profissionais como o Pedro Silva estão se tornando raros. Não vejo a qualidade dos operadores atuais chegar ao que era no passado e não tenho certeza de que o hardware esteja tão melhor para compensar a deficiência.

Para mim um bom Screen DT-S 1045 escaneando cromo não é ultrapassado por nenhuma Nikon D90. Talvez algumas máquinas ainda mais potentes e robustas, como uma Canon EOS 1Ds Mark III possam ser tão boas quanto, mas ainda não chegaram até as minhas mãos.



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Operador Antigo, muito mais aprimorado! 2
Entry posted on Nov 22 by .aLx. , tagged Print,Design

Este novo artigo é uma continuação do anterior, "Tecnologia Antiga, muito mais aprimorada!", que contou com opiniões de Neli_am e André Picolo. Discutimos  e chegamos a um ponto definitivo da questão.

Não existe mais especialização!

Citando André Picolo:
          "Todos estão tentando dominar diversas áreas ao mesmo tempo,

          o profissional especializado quase não existe mais."

Citando Neli_am:
          "... hoje todos querem criar, fotografar, tratar, finalizar etc... de uma vez só!

          Não dá pra ser bom em tudo isso ao mesmo tempo, sempre vai ter uma área que você domina mais."

Mas o que é especialização?
Especialização é a ação, processo ou efeito de especializar-se. Ou seja, a pessoa torna-se um ESPECIALISTA!

Especialista

substantivo de dois gêneros


1. indivíduo que possui habilidades ou conhecimentos especiais ou excepcionais em determinada prática, atividade, ramo do saber, ocupação, profissão etc.


2. aquele que possui uma profissão

Ex.: formou-se especialista em radiotelefonia


2.1. médico especializado em certo ramo da medicina

Ex.: um especialista de cardiologia


Fonte.: Dicionário Houaiss


Gostaria de atentar para dois destes pontos.

O ponto 1  — meu favorito — mostra que ao chamar alguém de "Especialista" estamos conferindo a este o título de possuidor de conhecimentos excepcionais na área em que atua. Ou seja, não é um profissional mediano, é um profissional EXCELENTE. Acima da média.

O ponto 2.1 indica que dentro de uma determinada profissão, possamos ter pessoas com um foco, na nossa área, particularmente, um operador de bureau poderia ser especializado em ajuste de cores. Ele poderia atuar em outros departamentos, mas a sua especialização — e, por conseqüência, onde se poderia cobrar dele resultados — é no ajuste de cores.

De qualquer maneira, estamos dizendo que um dos motivos da queda da qualidade dos operadores é a falta de especialização. Dentro disso poderíamos incluir alguns fatores como:

- falta de interesse em aprendizado, por parte dos funcionários;
- falta de interesse em oferecer cursos de especialização, por parte das empresas;
- acesso aos cursos, workshops, treinamentos caros e polarizados geograficamente;
- prazos irreais, com os quais não se tem tempo para destacar membros da equipe para um curso ou treinamento;


Pois bem, eu devo dizer que DISCORDO de tudo isso. Discordo da questão de especialização. Discordo da forma como os motivos apresentados são encarados. E discordo, também, que a condição atual seja desfavorável ao desenvolvimento dos operadores.

Primeiramente não penso que a falta de especialização seja motivo da queda da qualidade dos operadores. No tempo em que trabalhei com o Pedro Silva nós não tínhamos operadores com funções determinadas. Não tínhamos funcionários que trabalhavam unicamente com retoques, ajustes de cores, recorte, fechamento, preparação, tipologia, (e até) criação, etc., etc. Nós fazíamos tudo de tudo dentro do bureau.

Desde atender o cliente pelo telefone até trocar os químicos da processadora, nada era função específica deste ou daquele operador.

O Pedro, em particular, dominava TODOS os softwares que existiam no mercado. E acho isso incrível até hoje, pois em tempos em que respeitarmos os ACEs em Illustrator, ACEs em PhotoShop o Pedro tinha profundos conhecimentos em todos os softwares!

Ele dominava QuarkXpress, PageMaker, Corel Ventura, CorelDRAW, Illustrator, PhotoShop, FreeHand, Harlequim, Word, PaintBrush, DOS, etc.! Ou seja, ele não era especialista em um determinado software ou suíte de softwares, ele era especialista nas ferramentas que usava para o seu trabalho, fossem quais fossem.

Gostaria de explicar o porquê de discordar dos motivos que apontei anteriormente.

1. Falta de interesse em aprendizado, por parte dos funcionários;
Acredito que a empresa deva ter a firmeza de perceber que, se não existe interesse — e o André Picolo usou um termo que cai muito bem para a situação — paixão e vontade de crescer, dispensem esse funcionário!

Nada é pior para uma empresa do que uma pessoa estagnada. Ela prejudica a si própria, na medida que perde seu tempo parada sem evoluir. Prejudica a empresa, desperdiçando tempo e recursos do departamento onde trabalha, além de dinheiro, equipamento, espaço físico. Prejudica os colegas de trabalho, servindo como fonte negativa e desmotivadora.

Mandar um operador desinteressado embora é um favor que a empresa faz para esta pessoa. Afinal, ele pode descobrir que sua verdadeira paixão é o jardinagem ou dirigir caminhões pesados. Vai saber!?!

2. Falta de interesse em oferecer cursos de especialização, por parte das empresas;
Na mesma medida, os funcionários que percebem que a empresa onde estão não têm interesse no seu desenvolvimento, devem, na medida do possível, procurar melhores opções para a sua carreira.

É obrigação de cada profissional colocar o futuro da sua carreira acima de qualquer consideração para a empresa ou seus empregadores.

3. Acesso aos cursos, workshops, treinamentos caros e polarizados geograficamente;
No tempo em que eu estava sendo treinado os cursos eram raríssimos e muito mais caros do que hoje em dia. Além disso, na época os workshops eram DE FATO apenas em São Paulo e Rio de Janeiro.

Hoje em dia vejo a Fabiana Go viajando para todos os lados para apresentar suas palestras, apresentações de novos produtos e ministrar cursos de treinamento.

Por falar em treinamento, os treinamentos presenciais também estão muito mais acessíveis para as empresas. SENACs oferecem cursos de especialização gráfica em várias unidades. Faculdades de Desenho Industrial existem em praticamente todas as cidades com um parque gráfico razoável.

Além disso tudo ainda temos a Internet!

10 anos atrás não existiam fóruns especializados em produção gráfica como o All4PG, Portal das Artes Gráficas, PrePressForums ou mesmo salas de debate deste tema, como encontramos no WMOnline, IMasters, MXStudio, etc.

Além disso, a internet de hoje em dia conta com inúmeros geradores de conteúdos, como a Márcia Marmore, que tem seu blog sobre InDesign e editoração (http://acedesigner.blogspot.com/). Entre outros ainda poderia citar:

- Blog artesfinais.com

- Blog Espaco.com

- Blog Incunabulo


E as revistas Publish, DtP, PhotoShop Pro e Revista Tecnologia Gráfica.

As fontes de informação são muito mais fáceis de se achar do que há 10 anos. Nada que o Google — que há 10 anos também não era grande coisa — não ajude!

4. Prazos irreais, com os quais não se tem tempo para destacar membros da equipe para um curso ou treinamento;
Esse é o problema mais sério, e que deve ser encarado com firmeza. Os prazos precisam ser reais! Não é culpa do cliente se ele foi acostumado a ter tudo pronto quase imediatamente! Isso é culpa da gestão das agências que querem mostrar diferencial na rapidez de apresentação dos seus projetos.

Isso gera:

- Material mal programado

- Material mal trabalhado

- Material mal executado


Resultado:

- Operadores se preocupam menos com a qualidade do material que geram em benefício da velocidade

- Bureaus fazem as gambiarras mais porcas para entregar os filmes e chapas nas gráficas a tempo

- Gráficas executam o serviço com péssimas matrizes e que ainda tem que tirar leite de pedra para cumprir prazo com qualidade.


Resultado por conseqüência:

- Operadores viciados em fazer tudo de qualquer jeito, mas com rapidez

- Bureaus viciados em receber material de qualquer jeito e passar assim mesmo para frente

- Gráficas viciadas em fazer de tudo para atender o cliente


A degradação é um círculo vicioso. E o pior, cada vez as coisas vão ser processadas mais rapidamente e mais de qualquer jeito do que antes. O cliente vai sempre querer suas peças em menos tempo. E menos. E menos...

Para mudar isso as empresas precisam pedir mais tempo, tentando reverter o ciclo vicioso em que entramos. Um job que se pede uma semana, deveríamos pedir duas. E daqui algum tempo pedir três. O motivo? Capricho. Qualidade. Perfeição.

Tendo tempo, as empresas poderão voltar a investir na qualidade dos seus profissionais. Os profissionais poderão passar mais tempo no All4PG =D e apresentar e pesquisar soluções para seus problemas, além de ajudar outros operadores menos experientes — uma ótima forma de fundamentar o que se sabe é ensinar!

É claro que muitos operadores ao perceberem o tempo livre, vão correr para seus Orkuts, FaceBooks, Twitters e o que mais se puder encontrar. Nada que uma rigorosa política de uso da internet não resolva.

Na época em que trabalhei na FastFilm, o diretor Paulo Rosa estipulou uma regra muito interessante e que para mim foi totalmente inesperada (e agradável!). Segundo a regra, o uso da internet seria restringido da seguinte forma:

- Redes Sociais - Expressamente Proibidas

- Bancos e Leitura de e-mails pessoais - Eventualmente, preferivelmente nos horários sem expediente, como almoço ou antes e após os turnos

- Sites de notícias e conteúdo cultural, como BBC Brasil, Jornais, etc.: TOTALMENTE LIBERADOS!

- Sites de pesquisas e discussões ligados à área de atuação da empresa: TOTALMENTE LIBERADOS E INCENTIVADOS PELA EMPRESA!


Há 5 anos isso me pareceu algo inovador! Ainda acho que seja.

Particularmente, eu teria orgulho de ver um funcionário da minha equipe, ser um gerador de conteúdo. Infelizmente o que vejo aqui ao meu lado são páginas de Rede Sociais, jogos em iPhone, desinteresse total!

Eu não vejo novos "Pedros Silvas", "Vichencos", "_kreativs_" surgindo por aí.
Precisamos buscar os motivados. Os apaixonados.
Pelo menos, os poucos que restam!
Se é que restam.

---

Sites referidos neste artigo:
http://acedesigner.blogspot.com/
http://www.revistatecnologiagrafica.com.br/
http://artesfinais.com/
http://espaco.com/design/
http://www.incunabulo.com/



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Começa o All4PG AUG 1
Entry posted on Aug 06 by .aLx.

Bom, é isso, pessoal.

Já postei todos os tutoriais do All4PG aqui no nosso AUG e a partir de agora todo tutorial será postado exclusivamente aqui. Evidente que as discussões sobre estes novos tutoriais serão tratados aqui também.

Outro material que quero organizar aqui no AUG é a nossa agenda de eventos, que espero manter organizada e com os eventos sobre PG que estiverem acontecendo no Brasil.

Abs.



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08/13/10 by *Fabiana GO*: Meu Deus, que imagem tosca! rs... Nada, sou muito minimalista... mas o b...

Conversões...
Entry posted on Sep 15 by .aLx.

Acredito que todo profissional deva estar aberto à qualquer tipo de conversão. Flexibilidade parece ser a palavra em questão. Quem trabalha na área de produção gráfica sabe que por vezes as decisões que são tomamadas em um departamento influenciam o ritmo, a vida e a qualidade do serviço oferecido pela empresa.

Uma empresa pode optar por Windows ou por Macintosh. Pode optar por Illustrator ou CorelDRAW. Pode optar por InDesign ou QuarkXpress. Isso sem falar nos "exóticos" que escolhem Linux, FreeHands, Corel Venturas, etc, etc. O fato é, a maioria das escolhas não envolvem grandes traumas. Um operador que trabalhe com CorelDRAW pode reclamar no começo da mudança, mas com o tempo vai perceber as vantagens de migrar para a suite CS. Da mesma forma, um usuário pode perceber benefícios em mudar de PC/Windows para Macintosh.

Evidentemente que a recíproca é verdadeira.

No entanto, passamos por uma situação aqui na empresa que achei bastante inusitada. Recentemente os computadores de um setor aqui foram mudados. Por sugestão minha, foram comprados MiniMacs para este departamento. A mudança de sistema operacional parece ir bem e a equipe já começa a perceber as vantagens do OS X. O que me deixou preocupado foi a dificuldade em migrar o e-mail — antigamente baseado em Microsoft OutLook Express — para o sistema atual.

Percebi que a migração não é nada fácil se você se organiza com pastas e sub-sub-sub-sub pastas no OutLook. Percebi também que para cada terminal tive um resultado diferente. Em um consegui exportar do OutLook para o Thunderbird e daí para o Mail. Em outros tive que quebrar a pasta IDENTITIES em várias partes. Em outro tive que instalar o Eudora e cada resultado foi diferente.

Agora é chorar o leite derramado do que foi perdido e começar vida nova.

Ainda bem que a Creativ Suite é exatamente igual do Windows para o Mac. Talvez um dia este tipo de facilidade se aplique a todas as áreas da informática!



Desafio... o mesmo de sempre!
Entry posted on Aug 11 by .aLx.

Assim como no All4PG, acredito que este espaço terá o mesmo desafio — e não acho que seja justo separar AUG  de All4PG (vou tratar os dois como um só daqui por diante!). O MAIOR desafio que enfrento com o All4PG é o de reunir pessoas que sejam participativas e qualificadas. Temos usuários que são excelentes profissionais. Pessoas de destaque em suas áreas de atuação. E onde estão os tópicos destes caras? Onde estão os tutoriais? Onde estão os comentários???

Mesmo os membros da equipe do All4PG não movimentam o fórum. Basta verificar quem se inscreveu no All4PG Brasil. É realmente decepcionante!

Penso que são pessoas ocupadas. Que não dispõe de tempo e que estão atoladas em serviços. Aí entro no FaceBook e Twitter e lá estão os profissionais. Falando bobeiras. Postando porcarias. Ou seja, se divertindo! Acho que a real é esta... somos todos uns acomodados que preferem falar bobagem na net do que preparar algum material de interesse coletivo.

É evidente que acho necessário momentos de descontração e lazer. Aqui mesmo na empresa nós temos coffee breaks e só rola asneiras, mas mesmo assim são 15 minutos e chega!

Uma hora alguém vence este desafio. Ou o All4PG vai pra frente e teremos uma comunidade realmente de membros que queiram trocar experiências e compartilhar conhecimento ou — no caso de derrota — o All4PG vai deixar de existir. Afinal, manter um fórum para moscas não faz sentido.



Energia... quando acaba, acaba!
Entry posted on Aug 18 by .aLx.

Ontem passamos por uma situação comum aqui em São Paulo. Ao chegar na empresa, encontramos caminhões da EletroPaulo em frente à empresa. EM TEMPO: A CONTA ESTÁ EM DIA! Resolveram trocar um dos postes de luz do nosso quarteirão.

Não recebemos nenhum aviso de manutenção preventiva ou qualquer informe sobre o procedimento com antecedência. Simplesmente nos informaram — quando começavam a trabalhar — que a luz seria cortada e que a "previsão" de retorno seria por volta de 17h. Ou seja, não tivemos tempo nem de encerrar nossos assuntos pendentes, nem de avisar aos nossos clientes que estaríamos OFF-LINE durante o resto do dia.

No meio disso tudo, o que nos sobrou foi apreciar a poda da árvore, o guincho manobrando o novo poste e outros procedimentos da troca. Ainda com horas de espera pela frente, alguém teve a ideia de comprar uma bola. DIGA-SE: EXCELENTE IDEIA!

Acabamos o dia jogando bola nos fundos da empresa. E, com a colaboração do nosso vizinho de fundos — que gentilmente nos devolveu a bola em um excesso — pudemos matar o resto do tempo de espera. Sem energia, nem computador, nem imagesetter, nem processadora, nem luz para o prelo, nem PABX nada funcionava. Apenas um notebook com internet 3G para dar as satisfações mais urgentes aos clientes.

Evidente que existem sistemas de "backup" de energia e nem quero discutir isso — porque também eles são falhos. A nossa dependência com eletrecidade é algo que assusta! Sem energia, acho que estaríamos em um cenário semelhante àquele especial do THC — UMA TERRA SEM NINGUÉM! Vamos torcer para que os outros postes ainda durem bastante tempo!



Panela Velha é que faz comida boa!?!?!?
Entry posted on Sep 01 by .aLx.

Como diria Sérgio Reis:

- PANELA Velha é que faz comida boa!

Podemos aplicar isso ao mercado gráfico? Quem pode se dar ao luxo de contar com softwares antigos para produzir seus trabalhos?

Se a sua empresa for ORIGEM do arquivo (profissionais autônomos e agências de design) podemos afirmar que TÉCNICAMENTE é possível. Uma vez que com o PhotoShop 7.0 você será capaz de produzir peças com o mesmo resultado final do que com o CS 5.

Mas e as facilidades? E as melhorias no software? E o melhor aproveitamento em computadores novos? E as capacidades avançadas destas versões novas??? O PhotoShop CS 5 traz tantas melhorias que tentar realizar o mesmo serviço no PhotoShop 7.0 seria — no mínimo — improdutivo. Produtos como o Illustrator e o InDesign evoluíram tanto que quem fica uma versão sem se atualizar (como este que vos escreve!) assusta ao se com as novas versões.

Se assusta também devido à diferenças que esperava não ver nestes programas! Quem diria que um dia COMMAND+1 deixaria de ser Canal do Ciano??? Algumas melhorias (?) acabam confundindo o usuário, mas a maior parte delas faz com que o processo seja bem mais fácil de se executar.

Posso dizer que nunca trabalhei com uma suíte da Adobe que fosse tão confortável como a CS 5! (Talvez a CS 4 fosse, mas esta eu pulei!)

Voltando à nossa questão inicial, existe quem não consiga trabalhar com softwares antigos? EXISTE! Se você trabalha em gráficas, bureaus e outros escritórios que recebem arquivos externos, pode ter certeza que dois meses após o lançamento, vai começar a receber material na última versão. Aí não tem jeito! Tem que atualizar.

Falta uma programação de atualização de softwares. As empresas não precisam atualizar todos os seus terminais de uma só vez. Conheço empresas que trabalham com o Adobe CS 3 e têm apenas um equipamento atualizado. O terminal atualizado acaba sendo um "UNIVERSAL-CONVERTER-TO-CS3".

Atualizar é sempre bom, mas acho que isso é muito mais importante na ansiedade dos operadores do que para o pessoal do depto. financeiro. Na nossa reunião de sábado passado, falamos algo sobre venda de softwares de versões antigas. Infelizmente isso não acontece oficialmente, mas vale sempre a pena dar uma olhada no mercado paralelo e ver quem está vendendo seus softwares originais antigos para comprar versões novas. Afinal, apenas um passo atrás não é uma desvantagem tão grande!



Ser uma Empresa Sustentável não é Só para Grandes Corporações
Entry posted on Feb 25 by .aLx.

Sempre ouvimos falar das empresas sustentáveis e das vantagens que essa nova forma de atuação empresarial reflete de forma positiva no meio ambiente e por toda a sociedade das quais fazem parte essas empresas. Entretanto, também temos associada a esses benefícios, a idéia de que empresa sustentável só pode ser uma referência as grandes corporações ou as empresas com alta capacidade de produção e grandes recursos.
Ser uma empresa sustentável é realmente o objetivo maior de qualquer grande empresa ou corporação. Contudo, isso se deve apenas ao fato de que essas grandes empresas estão muito mais preparadas e em condições de responder rapidamente as demandas do mercado do que as empresas de pequeno porte ou as micro-empresas. Por isso; é normal que as modificações e as ações que visem transformar essas empresas em negócios sustentáveis tenham começado pelas grandes corporações. Mas, uma empresa sustentável pode ser de qualquer tamanho. Desde o vendedor de cachorro quente na carrocinha da esquina; até o mega conglomerado de mineração multinacional.
Podemos definir seguramente que para uma empresa ser classificada como sustentável, ela deve ser capaz de manter sua lucratividade e sua saúde financeira mesmo atuando positivamente em prol da comunidade e preocupando-se em eliminar, reduzir ou minimizar os danos que possa estar provocando no meio ambiente durante o seu processo produtivo ou de prestação de serviços. De certa forma; ser uma empresa sustentável significa aplicar uma série de ações ou planejar novas formas de agir que enquadrem a empresa como sustentável. E isso é plenamente acessível a qualquer instituição; por menor que seja o seu porte.
Afinal de contas, de nada adianta ser considerada uma empresa sustentável e fechar as portas porque não há lucratividade suficiente para remunerar os sócios ou dar uma condição de vida satisfatória a seus empregados. Pois tudo que é criado no mundo dos negócios deve, antes de qualquer coisa, gerar lucro para manter-se atrativo.

Como ter uma Empresa Sustentável?

Você pode transformar sua micro-empresa em uma micro-empresa sustentável tomando algumas medidas simples que lhe proporcionarão uma excelente lucratividade e um diferencial de mercado muito positivo.
Basta que você recicle o lixo de sua empresa; trate todos os efluentes e resíduos que possam ter sido gerados durante o processo produtivo de suas instalações; apóie e fomente iniciativas de defesa do meio ambiente e de proteção aos recursos naturais e a seu uso racional; crie um movimento que alerte a comunidade ao redor de sua empresa para a importância da adoção de práticas de sustentabilidade em suas casas e no seu bairro.
Pague os direitos trabalhistas corretamente e pague um salário que seja digno e apropriado para as atividades de cada um de seus trabalhadores; mantenha sempre seus supervisores atentos às condições da segurança no ambiente de trabalho e da importância do uso dos equipamentos de proteção em todas as ocasiões; dê apoio a movimentos sociais locais; atue em conjunto com os anseios da comunidade em que está inserido o seu negócio; aja sempre dentro da legalidade; procure ser justo com clientes e fornecedores e busque empresas também sustentáveis para comprar seus insumos e, finalmente, encare a concorrência de forma civilizada e ética.
Como você pode ver, ter uma empresa sustentável pode estar muito mais ao seu alcance do que você imaginava.

Seis passos para tornar sua empresa sustentável

Como minha empresa impacta o ambiente? Quais os desafios futuros?
Estas e outras perguntas devem ser feitas para que a estratégia de longevidade dê certo


Empresas são o motor da sociedade. De qualquer porte, movimentam a economia, geram empregos, criam tendências, promovem desenvolvimento, têm seu papel e um espaço único na vida da sociedade. Como conseqüência dessa atuação, da estratégia que adotam, da qualidade dos seus produtos e serviços, têm lucros para remunerar o investimento dos seus acionistas, reinvestir, desenvolver novas tecnologias, crescer, gerar novos empregos, trazer benefícios para seus negócios e dar uma contribuição efetiva para a sociedade.

Empresas assim são sustentáveis, são de outra “qualidade”, têm em sua essência algo que provoca admiração do mercado e orgulho de quem pertence aos seus quadros. São duradouras, dinâmicas, competitivas, lucrativas, éticas e responsáveis. Têm um valor real porque contribuem de fato com a sociedade, encontrando na sustentabilidade o ponto de partida para construírem sua perenidade.

Sustentabilidade é uma palavra da moda. Estampa capas de revistas, está em matérias e cadernos especiais de jornais, mesmo em momentos de crise, em que a ordem é sobrevivência. Sustentabilidade é o novo cenário, é uma mudança que já está aí. Há confusões quanto ao significado, mas todos ao menos intuem que o tema é importante, ligado à manutenção e continuidade da vida e do trabalho, em condições saudáveis.

Sustentabilidade é uma causa coletiva que interessa, e muito, às empresas. As mais arrojadas e inovadoras já perceberam que ela privilegia o sucesso do negócio em longo prazo. Suas metas buscam os melhores resultados econômicos integrados aos interesses sociais e ambientais.

Assim, sustentabilidade é um jeito de conduzir o negócio e tomar decisões com base em três dimensões: econômica, ambiental e social. O desempenho econômico das empresas será melhor quanto mais integrado às duas outras dimensões.

Com a proposta de sustentabilidade incorporada ao negócio, as empresas fazem um grande movimento a favor do sucesso: o seu próprio, dos seus funcionários, fornecedores, clientes, da comunidade onde ela atua, da sociedade como um todo.

Sustentabilidade é, assim, inovação, diferencial de posicionamento e competitividade, e como traz resultados e benefícios para o negócio e também para a sociedade, é um verdadeiro ganha – ganha.

Na prática, integrar aspectos econômicos, ambientais e sociais diminui custos, principalmente futuros, reduz riscos, evita desperdícios, melhora relacionamentos e gera lucros. É atitude, estratégia e inovação das empresas, dá resultados concretos e se traduz em práticas e processos de trabalho.
Sustentabilidade é um objetivo para qualquer tipo de empresa e está no centro do negócio. Não precisa deixar para depois ou esperar que outras prioridades estejam resolvidas para então pensar a respeito. O momento certo para implantar é agora. Os benefícios serão reais e crescentes.

Tudo isso, porém, é uma questão de decisão, é começar para ver. Aí vem o primeiro impasse: como começar?

Sem a pretensão de estabelecer uma cartilha ou uma sequência de passos, todos estes são fundamentais:

• perguntar: como minha empresa / negócio impacta o ambiente e o social? Da mesma forma que pergunta como melhorar os resultados e lucros;

• desenvolver um “plano de ataque” a estes impactos, de acordo com as características, história, momento atual, objetivos e desafios futuros da empresa;

• definir o caminho a seguir, lembrando que ele é um processo que irá gerar resultados menores a princípio, mas sempre crescentes;

• fugir de ações pulverizadas e pontuais, optando por iniciativas coordenadas e consistentes, mesmo que sejam poucas ou de pequeno porte;

• estabelecer indicadores de acompanhamento e mensuração de resultados, que demonstrem com clareza custos, benefícios e impactos das iniciativas no negócio;

• buscar consistência e coerência de ações, assim como manutenção ao longo do tempo.

Mesmo correndo o risco da obviedade, é preciso afirmar a importância da liderança na efetividade da estratégia de sustentabilidade das empresas. Se quem decide não tiver esta visão ou não estiver convencido do valor para o negócio, tudo isso não irá passar de ideologia ou de idéias acadêmicas de pouca utilidade prática.

Ao contrário, com uma mentalidade antenada com a evolução da sociedade, conscientes do atual papel das empresas no mundo e ainda, com sua crença na proposta da sustentabilidade, empresários e executivos de vanguarda irão comemorar algo ainda visto por muitos como inconciliável: resultados e benefícios para o negócio ao lado de resultados e benefícios para a sociedade e o ambiente.

No final, a “receita” é simples: ética, negócios sustentáveis, sucesso e longevidade.

Fontes:
http://www.apartamentossustentaveis.com.br/empresas-sustentaveis/empresa-sustentavel-nao-so-para-grandes-corporacoes/
http://www.administradores.com.br/informe-se/informativo/seis-passos-para-tornar-sua-empresa-sustentavel/23240/



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