Depois de ter visto o site do Adobe Air on Tour gostei muito da forma como eram mostradas as ToolTips.
Sendo assim, tentei verificar como se conseguia a "setinha" que aparece junto da ToolTips...

Esta é a primeira parte de uma série de três tutoriais que vou colocar sobre a integração de Flex com AIR e SQLite. A primeira (esta) vai centrar-se em uma breve introdução ao AIR com SQLite e vamos criar uma aplicação onde vamos adicionar uma base de dados local, inserir vários tipos de dados e depois coloca-los directamente em uma datagrid em Flex.
A parte dois que será colocada mais tarde (estou a trabalhar nela) será centrada em criar uma form para adicionar dinamicamente informação à base de dados e em colocar várias tabelas a interagirem entre si em que a primeira tem dados e a segunda possui várias informações relativas aos items anteriores.
A terceira será depois a integração das chamadas da base de dados com itemClasses e também ValueObjects.
Espero que gostem! Mauro.

Ontem realizei uma apresentação na monthly-meeting do nosso UserGroup...aqui estão os slides (o video deverá de estar disponivel em breve)
Deixo aqui o link para os slides da minha apresentação “Rich Internet Applications – Uma visão geral” no CTIC 2009 em Viseu a 13 de Maio. Esta apresentação é útil para quem está a entrar nesta coisa das RIAs e quer perceber exactamente o que são, e quais as diferenças e vantagens face às aplicações Desktop e Web. Espero que vos seja útil.
Tal como prometido, aqui estão os slides da apresentação “Enterprise RIAs - This is how we do it“. Espero que tenham gostado e que a apresentação vos tenha sido útil.
Durante as minhas aulas de Actionscript em ambiente de FLASH, por norma verifico que os formandos têm alguma dificuldade em utilizar algumas das "best practices" mais comuns nomeadamente em relação á criação de Eventos personalizados, no entanto, e assim que conseguem ultrapassar essa barreira, a primeira questão que me colocam é sempre a mesma:
“então e se eu quiser enviar dados pelo meu Event Object, por forma a ……”
Eis que surge então a necessidade de passar o conceito de VO (Value Object) e criação de Classes de Eventos personalizadas.
Como tive hoje que criar alguns ficheiros para exemplificação do Conceito de Classe de Evento Personalizada para envio de dados de uma instância para outra, resolvi partilhar convosco neste Blog os mesmos Ficheiros na esperança que venha ainda a ser útil para alguns dos meus leitores, ou ainda servir de ponto de consulta e esclarecimento de dúvidas para aqueles que durante as aulas não perceberam o conceito.
Sendo Assim vamos começar por analisar o pequeno problema que se coloca, e que servirá de “Case Study” para a criação de uma Class de Evento personalizada e do conceito de VO.
PROBLEMA:
RESOLUÇÃO:
Mãos á obra, vamos começar por criar um ficheiro em FLASH, com um form com duas instâncias de TextInputs, para o nome e idade, uma instância de CheckBox para o estado laboral e um botão de registo, ao lado criar uma Textarea para ir acrescentando os Registos, ou seja, qualquer coisa deste género(desculpem mas a designer estava de folga, lol):

Passo seguinte vamos criar a Class PessoaVO, que será uma classe Value Object, e por esse motivo terá somente propriedades, propriedades estas que servirão para guardar os dados do form de registo:
package {
public class PessoaVO {
public var nome:String;
public var idade:int;
public var empregado:Boolean;
}
}
Depois de criar a Class responsável pelo armazenamento e transporte dos dados do formulário vamos criar a Class PessoaEvent, que irá ser uma SubClass da Class Event:
package {
import flash.events.Event;
import PessoaVO;
public class PessoaEvent extends Event {
public static const PESSOA:String = "pessoa";
public var dadosPessoa:PessoaVO;
public function PessoaEvent(type:String, voPessoa:PessoaVO) {
super(type);
this.dadosPessoa = voPessoa;
}
public override function clone():Event {
return new PessoaEvent(type, dadosPessoa);
}
}
}
Esta Class começa por fazer o "extends" da Class Event, na linha 9, criamos uma constante do tipo de String que irá identificar o "type" do nosso evento para usar depois como por exemplo usamos o CLICK num MouseEvent, na linha 10 criamos uma instância de PessoaVO, para guardar os dados do form e posteriormente enviar os mesmos pela instância de evento criada. O constructor da Class é bastante simples e terá como parâmetros o "tipo " de evento criado, e a instância, neste caso, de PessoaVO. na linha seguinte (13), chamamos o constructor da Class "Pai" para passar o tipo de evento criado, aqui não se passa qualquer parâmetro extra pois a Class "Event" não contêm parâmetros adicionais. Na linha 14 atribuímos á instância da class "dadosPessoa" os valores recebidos no parâmetro voPessoaConstructor da Class. Por fim é necessário efectuar o overrride do método clone da class Event, de forma a que esta instância de evento tenha um comportamentos normal de um evento como o "Bubbling" por exemplo, nesta definição retornamos o event criando a instância do novo evento e passando os dados armazenados na instância da PessoaVO. do Por fim criamos a Document Class do nosso ficheiro:
package {
import flash.display.MovieClip;
import flash.events.MouseEvent;
public class MainEventPessoa extends MovieClip {
public var pessoa:PessoaVO;
public function MainEventPessoa() {
pessoa = new PessoaVO;
registarBtn.addEventListener(MouseEvent.CLICK, registar);
this.addEventListener(PessoaEvent.PESSOA, receberPessoa);
}
private function receberPessoa(e:PessoaEvent):void {
registosTa.appendText("\n------------------\n"
+ "Nome: " + String(e.dadosPessoa.nome) +
"\n" + "Idade: " + String(e.dadosPessoa.idade) + "\n" +
"Nome: " + String(e.dadosPessoa.empregado) + "\n");
}
private function registar(e:MouseEvent):void {
pessoa.nome = nomeTi.text;
pessoa.idade = int(idadeTi.text);
pessoa.empregado = empregadoCb.selected;
dispatchEvent(new PessoaEvent("pessoa", pessoa));
}
}
}
Nesta Document Class, começamos por criar uma instância de PessoaVO, onde iremos atribuir os valores dos dados que irão ser preenchidos no FORM, na linha 13, definimos o evento click no botão registar que irá inicializar toda a sequência do script. o Listener do clicar em Registar vai associar os dados dos campos do form ás propriedades da instância de PEssoaVO (pessoa) linhas 26 a 28, na linha 30 "criamos" um evento do tipo PessoaEvent, onde iremos incluir nos parâmetros do constructor, o nosso PessoaVO com o nome "pessoa". Na linha 14 a nossa Aplicação recebe o evento "PessoaEvent.PESSOA", e chama o listener das linhas 18 a 22 que irá acrescentar(para os mais esquecidos deverão sempre usar o método appendText da Class TextField, e não o operador " += " para concatenar strings) á TextArea os dados que recebeu no "Evento Object" e que acedemos na propriedade "dadosPessoa" deste.
espero que este Post seja esclarecedor para muitos de vós, não hesitem em colocar questões ou sugestões para explicações futuras, deixo aqui tb um ficheiro zip com os ficheiros exemplificando o mini-tutorial.
Quando se constroem aplicações web, é normalmente uma boa prática configurar-se o ambiente de desenvolvimento de forma a que seja o mais semelhante possível ao ambiente de produção.
Uma das configurações que se faz antes de se iniciar o desenvolvimento do projecto, é a criação de um virtual host cuja configuração seja o mais idêntica possível à configuração do servidor onde o projecto estiver alojado.
Entre outras configurações, a mais importante é a estrutura de directorias, que em desenvolvimento é diferente da estrutura em produção.
Regra geral, quando se trata de uma aplicação com backend e um backoffice nós costumamos organizar o nosso ambiente de desenvolvimento desta forma:
\webfuel\projecto
\webfuel\projecto\frontend
\webfuel\projecto\frontend\bin-debug (binários da aplicação)
\webfuel\projecto\frontend\src
\webfuel\projecto\frontend\[...]
\webfuel\projecto\backoffice
\webfuel\projecto\backoffice\bin-debug (binários do backoffice)
\webfuel\projecto\backoffice\src
\webfuel\projecto\backend (backend, por exemplo em php)
\webfuel\projecto\mm (imagens, e outros recursos multimédia)
Quando corremos a aplicação localmente, sem os virtual hosts, vamos obter algo como http://localhost/projecto/bin-debug/index.swf .
Para que a aplicação possa comunicar com o backend, o path para o gateway será por exemplo algo como ../../backend/gateway.php .
Para que a aplicação possa aceder aos recursos multimédia (imagens, etc) o caminho será algo como ../../mm/imagem1.jpg .
Estes caminhos não batem certo com os caminhos na versão de produção:
www.projecto.pt (binários da aplicação)
www.projecto.pt/backoffice (binários do backoffice)
www.projecto.pt/backend (backend, por exemplo em php)
www.projecto.pt/mm (imagens e recursos multimédia)
Vemos que na versão de produção a aplicação para aceder ao backend vai fazer o caminho backend/gateway.php - enquanto que na versão de desenvolvimento, fazia o caminho ../../backend/gateway.php . O mesmo se aplica para as restantes directorias.
Há muita gente que trabalha com a estrutura de directorias e caminhos do ambiente de desenvolvimento, e quando chega a altura de alojar o projecto, mudam os caminhos no source code (ou num ficheiro de configuração) e recompilam - má prática.
Solução: criar um virtual host
O Apache permite que se associe um ambiente com configurações específicas a um determinado domínio. Ou seja, se o Apache receber um pedido de acesso ao dominio www.projecto.dev , e houver um virtual host para esse dominio, podemos configurá-lo para devolver a nossa própria estrutura de directorias (e não só).
O que gostariamos era de escrever no browser www.projecto.dev , e ser-nos exposto o nosso projecto com a estrutura de directorias igual à estrutura que vamos obter no servidor.
Vamos começar por configurar o apache editando o ficheiro httpd.conf na directoria conf do apache. No final do ficheiro, basta adicionar as seguintes linhas:
NameVirtualHost 127.0.0.1
Include conf/vhosts/*.conf
A primeira linha permite que o apache possa associar os nomes dos domínios pedidos aos virtual hosts que vamos configurar (mais info aqui
).
A segunda linha indica ao Apache para carregar e executar todos os ficheiros de configuração com a extensão .conf na directoria vhosts. Isto fará com que criar um novo virtual host seja algo como criar um novo ficheiro .conf na directoria vhosts.
Vamos agora à directoria vhosts, e vamos criar um ficheiro chamado projecto.conf .
Nesse ficheiro, vamos colocar o seguinte:
<VirtualHost 127.0.0.1:80>
DocumentRoot "D:\OsMeusProjectos\projecto\frontend\bin-debug"
ServerName www.projecto.dev
<Directory "D:\OsMeusProjectos\projecto\frontend\bin-debug">
Options Indexes FollowSymLinks Includes ExecCGI
AllowOverride All
Order allow,deny
Allow from all
</Directory>
Alias /backend "D:\OsMeusProjectos\projecto\backend"
Alias /backoffice "D:\OsMeusProjectos\projecto\backoffice\bin-debug"
Alias /mm "D:\OsMeusProjectos\projecto\mm"
</VirtualHost>
Isto vai indicar ao Apache que os pedidos recebidos na porta 80, máquina 127.0.0.1 relativos ao domínio www.projecto.dev irão ter a directoria bin-debug do frontend como a directoria de raíz do projecto. Os Aliases permitem que o Apache exponha o backend, backoffice e mm em directorias específicas, resultando assim num ambiente igual ao de produção.
Depois de feita a alteração acima, é preciso reiniciar o Apache.
Falta conseguirmos fazer com que pedidos para www.projecto.dev vão parar ao Apache. Para isso, vamos mexer no ficheiro "hosts" do Windows para forçarmos o redireccionamento de pedidos para www.projecto.dev para a nossa máquina local.
Basta para isso editar o ficheiro hosts (mais info no wikipedia
), na directoria c:\windows\system32\drivers\etc . Recordo que no Windows Vista, será preciso abrir um editor de texto com permissões de administrador, e depois fazer o File > Open e procurar o ficheiro no disco - caso contrário não será possível editá-lo.
Neste ficheiro, bastará colocar o seguinte:
127.0.0.1 www.projecto.dev
A linha acima vai indicar o sistema operativo que todos os pedidos feitos para o domínio www.projecto.dev vão ser reencaminhados para 127.0.0.1 - a nossa máquina local. Como estamos a fazer os pedidos dentro de um web-browser, a porta por defeito será a 80. O resto é fácil de adivinhar: pedidos para a nossa máquina local na porta 80 vão ser entregues a quem? Ao nosso amigo Apache! Que ao receber um pedido destinado ao domínio www.projecto.dev, vai procurar o Virtual Host respectivo e expô-lo com a estrutura que definimos.
Obviamente, isto abre-nos as portas para fazer configurações mais radicais (i.e. configurar o Apache para que o Virtual Host seja igualzinho ao do servidor final).
Fizemos na Webfuel um projecto há uns meses para um dos principais criadores de joias nacionais. Um dos requisitos do cliente era que na secção de showroom, cada joia pudesse ser apresentada dentro de uma ferramenta de zoom que permitisse ver a joia em detalhe - implicando que as fotos das joias tivessem resoluções superiores a 700x700 pixeis. Outro dos requisitos, era que as imagens das joias não tivessem fundo para que pudessem encaixar correctamente no layout do site - implicando que teria que ser escolhido um formato que suportasse transparência, neste caso PNG. Para terminar, era imperativo que o cliente, sem quaiquer conhecimentos de informática, pudesse adicionar e actualizar as fotos das joias através do backoffice - implicando que cada foto fosse um PNG colocado no servidor pelo cliente através das funcionalidades do backoffice.
Estas pré-condições implicaram o recurso ao formato PNG - o único que permitiria resolver o problema, visto a norma JPEG2000 não ser suportada pelo Flash Player. Porém, adoptar o formato PNG para as fotos das joias com as dimensões acima referidas resultou em ficheiros de cerca de 500KB. Isto, num site com cerca de 200 a 300 jóias, com várias fotos cada.
Depois do deployment do site constatou-se o esperado: em ligações rápidas, os 500KB de cada foto não representavam grandes problems, mas em ligações lentas podia ser desesperante esperar de 10 a 20 segundos para a foto carregar. E com o disseminar recente das ligações 3,5G (kangurus, vodafone e tmn connect box, etc), tornou-se problemático pelo que tivemos que procurar por uma solução.
Encontrámos uma extensão chamada PNG2SWF pertencente ao pacote SWFTools que permitia converter um PNG para um SWF. Como é sabido, um PNG embebido em SWF pode levar compressão sendo mantida a transparência, pelo que decidimos fazer algumas experiências. Após alguns testes, tivemos resultados impressionantes: imagens de 500 Kb passaram para 60 Kb sem serem perdidos os canais alpha. Exactamente o que precisávamos!
O problema que surgiu de seguida consistia em saber como integrar o PNG2SWF com o site / backoffice sem afectar a experiência do utilizador. Era importante que o cliente continuasse a utilizar o backoffice como sempre, sem trabalho adicional.
Fizemos então um script simples, que vos ofereço adiante, e que consiste num género de proxy para carregar PNGs, só que devolve o PNG convertido para SWF, e escalado para dimensões arbitrárias escolhidas pelo programador.
O download do script pode ser feito aqui: pngoptimize . O source code pode ser visto abaixo:
<?php
// 31-10-2008
// pngOptimize.php by João Saleiro - Webfuel ( joao.saleiro@webfuel.pt)
// Todo:
// - receive quality from $_GET vars
// - set default values for quality, w and h
$image = $_GET['url'];
$w = $_GET['w'];
$h = $_GET['h'];
$date = filemtime($image);
// Generate SWF filename
$swf = $image . $w . $h .'_'. $date .'.swf';
// Generate SWF if it doesn't exist
if (!file_exists($swf))
{
// Calculate dimensions
list($width, $height) = getimagesize($image);
$proportion = 1;
if ($width > $height)
$proportion = $w/$width;
else
$proportion = $h/$height;
// Load image and preserver transparency
$im = @imageCreateFromPNG ($image);
imagealphablending($im, false);
imageinterlace ( $im, 0);
imagesavealpha($im, true);
// Create new Image
$im_dest = imagecreatetruecolor ($width*$proportion, $height*$proportion);
// Set transparency
$background = imagecolortransparent($im);
imagecolortransparent($im_dest, $background);
imagealphablending($im_dest, false);
imagesavealpha($im_dest, true);
// Resize old image to new image
imagecopyresampled($im_dest, $im, 0, 0, 0, 0, $width*$proportion, $height*$proportion, $width, $height);
// Save new image
$tempName=$image.'temp.png';
imagepng($im_dest, $tempName);
// Clean memory
imagedestroy($im);
imagedestroy($im_dest);
// Convert new image to SWF
shell_exec("./png2swf -j 85 -o $swf $tempName");
// Remove temp file
unlink($tempName);
}
// If we get here, and there's no file, we don't return nothing
if (!file_exists($swf))
exit(0);
// Return generated SWF
header("Content-type: application/x-shockwave-flash");
$fp = fopen($swf,"rb");
fpassthru($fp);
fclose($fp);
?>
O algoritmo é relativamente simples:
Para utilizar este script é necessário:
Do lado do cliente, o código necessário para carregar um PNG convertido para SWF através do pngConvert é:
MXML:
<mx:Image source="pngConvert.php?url=imagem.png&w=100&h=100"/>
Actionscript 3 (i.e. Flash)
var l:Loader=new Loader();
l.load(new URLRequest('pngConvert.php?url=imagem.png&w=100&h=100'));
addChild(l);
O script ainda pode levar algumas melhorias, nomeadamente:
Não implementei essas melhorias porque não precisei na altura, mas se alguém quiser melhorar, é bem vindo - publicarei depois aqui a versão melhorada, com devidos créditos.
Espero que esta informação e script vos sejam úteis. O script pode ser utilizado livremente e só pedimos que seja colocado um comentário neste post com o endereço do site onde o estão a usar, para alegrarem o nosso dia.
Ainda de "ressaca" da MAX, pareceu-me interessante apresentar um conceito que foi avançado pelo Kevin Lynch na keynote de abertura da MAX e que me parece vai determinar em larga medida a forma como se vai desenvolver software nos próximos tempos.
O conceito em si não é nada de novo e, como acontece na maioria dos casos, inúmeras aplicações no mercado já o utilizam. No entanto, a formalização com um nome específico dá-lhe um ar oficial que o coloca ao nível de conceitos como "cliente-servidor" e "web application".
Este conceito diz respeito à forma como as aplicações cada vez mais tendem a comunicar com origens de dados. De um paradigma em que a grande maioria das aplicações possuem uma origem de dados bem definida (normalmente associada apenas com essa aplicação), passa-se para a conexão com diversas origens de dados diferentes que podem ser disponibilizadas por terceiros em qualquer parte do mundo dando corpo ao conceito de "cloud computing".
O que tornou isto possível foi a disponibilização de dados e até mesmo lógica através da publicação de web services que estão disponíveis para conexão utilizando protocolos standard bem definidos e que podem ser consumidos por uma infinidade de tecnologias tanto de cliente como de servidor.
Um exemplo clássico deste tipo de aplicações são os famosos mashups (quem ainda não fez um mashup?). O que esta apresentação do Kevin traz de especial é que ela foi inserida no seio de uma keynote que pretendia ser "séria" e que avançava a visão da Adobe para a evolução da programação. Não foi uma qualquer sessão de show-off em que pretendia apresentar as potencialidades de uma qualquer tecnologia ou plataforma. E eu acredito que realmente as coisas vão começar a ser feitas desse modo. A regra de ouro "se alguém na empresa já escreveu código para fazer isso, porque deverei eu escrevê-lo de novo?" passará a ser "se alguém na internet já escreveu e publicou um serviço para fazer isso....".
Será que, mais uma vez, a Adobe cunhou um conceito que vai "pegar" (tal como a Macromedia fez com o conceito RIA)? Será que este tipo de aplicações vão sair do âmbito das aplicações sociais e de entertenimento e vão invadir o mercado empresarial? Acho que só o futuro poderá responder a estas perguntas. O que é que vocês acham?
| Su | Mo | Tu | We | Th | Fr | Sa |
|---|---|---|---|---|---|---|
| 01 | 02 | 03 | 04 | 05 | 06 | 07 |
| 08 | 09 | 10 | 11 | 12 | 13 | 14 |
| 15 | 16 | 17 | 18 | 19 | 20 | 21 |
| 22 | 23 | 24 | 25 | 26 | 27 | 28 |
| 29 | 30 |